OpenPD é a aplicação móvel que o apoia na identificação de pragas e doenças das suas plantas.
Descarregue-a gratuitamente em https://goo.gl/5gGNLW.
The development of an application such as OpenPD has some technical complexity. One of the most important steps to take is the architecture of the application: decomposing it into modules and/or components that, when integrated will interact to offer the intended functionality. A good architecture will be effective, will potentially open the application to other systems and applications and will make maintenance and evolution much easier.
Also, in addition to these a good architecture also makes it easy to create reusable components and to reuse existing ones. This is a very important benefit.
In the specific case of OpenPD the architecture was geared towards taking advantage of the components of the open community of FIWARE, its Generic Enablers (GEs). These where created in the context of the FIWARE Accelerator Program (a EU financed accelerator program in the scope of the 7th Framework Programme). Leveraging the power of these GEs we were able to speed up the development of OpenPD – these GEs are open source components developed and maintained by an active and dynamic community. The result was a lower development cost as well as a significant decrease in the development time.
FIWARE has played a significant role in the development of OpenPD, for which we are thankful. We recommend the FIWARE community and its Generic Enablers as an interesting and useful tool for all those interested in developing modern applications.

OpenPD free dowload -  https://goo.gl/4iXJVl.

As suas plantas têm pragas e doenças? Descarregue a app gratuita OPenPD em https://goo.gl/5gGNLW e descubra passo a passo como as identificar e eliminar…
OpenPD é a aplicação móvel que o apoia na identificação de pragas e doenças das suas plantas.

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Fig. 1 - Aphids
Trees, whose fruits are the most appreciated such as apple, pear, cherry, plum, apricot, nectarine, peach, quince and almond trees, are subject to some common pests and diseases in pome and stone fruits:

Aphids (from several species) - leaves and young shoots, when infested by pink, green, black or brown aphids, show shriveling or small deformations and its development may be reduced or even stunted (Fig. 1);

Red mite (Panonychus ulmi) - the trees that suffer most from this pest are apple, pear, plum and apricot. The most typical symptom can be seen on leaves that are mottled, tan and dry, falling ahead of time. With the help of a magnifying glass, tiny mites can be seen on the leaves;

Codling moth (Cydia pomonella) - the codling moth caterpillars affect mainly apple and pear trees; they dig tunnels to the center of the fruit that can become inedible. It is almost impossible for us to perceive the damage; once the caterpillar leaves the fruit, there are no outward signs of its presence (Fig. 2);
Fig. 2 - Codling moth 
Canker (Nectria galligena) - this disease affects mainly apple and pear trees that, once attacked, show cracks around the base and crimped, deep and discolored spots;

Canker (Pseudomonas morsprunorum) - this bacterial canker affects mainly plum, cherry and peach trees, where we can see small shallow cavities in the branches (often on one side of the branch). The leaves show small round holes (Fig. 3);
Fig. 3 - Canker 

Peach leaf curl (Taphrina deformans) -  it's a disease that affects peach, almond and nectarine trees. One of the typical symptoms are red pustules on the leaves in early summer. Infected leaves turn brown and fall prematurely. Regular leprosy attacks will reduce the vigor of the tree; 

Powdery mildew of apple (Podosphaera leucotricha) - this disease also affects pear trees. Both species show a white powdery dust on the leaves, flowers and branches (Fig. 4);
Fig. 4 - Powdery mildew of apple

Armillaria root rot (Armillaria mellea) -  it affects virtually all fruit trees and the typical symptom is the sudden death of the specimen. By observing the base of the stem bark, it turns out that this comes off easily, revealing a white coating of fungus.

If you were able to identify these symptoms and you don't know how to treat the cause, you can use the OpenPD app, create a post and in the Forum, there will always be somebody willing to share their knowledge with you.
All you have to do is download the free app at http://openpd.eu/.


Sources:
http://goo.gl/DEouvx
A Horta e o Jardim Biológicos, Pauline Pears e Sue Stickland, Publicações Europa-América, Fevereiro 2006
O solo pode definir-se como o “meio natural para o desenvolvimento das plantas terrestres, tal como se formou (solo dito natural), ou mais ou menos modificado como resultado da sua utilização pelo Homem” (Costa,J. B., 1985).
Como se sabe, o pH (potencial Hidrogeniónico) do solo é uma medida operacional e embora não sendo uma característica fixa, é um dos factores que condiciona o desenvolvimento das plantas. E se há algumas que preferem solos ácidos (pH 4,6-5,5)[1] outras preferem solos sub-alcalinos (pH 7,6-8,5); no entanto, a maioria gosta de solos com um intervalo de pH entre o sub-ácido e o neutro (5,6-7,5), pois é a faixa na qual os nutrientes permanecem mais disponíveis para as raízes (Fig. 1) e onde a fauna (macro, meso e micro) do solo “trabalha” melhor.
Solos muito ácidos dificultam a absorção de azoto, fósforo, potássio e magnésio e apresentam geralmente uma coloração mais escura, já em solos alcalinos as plantas têm carência de zinco, ferro e manganês (estes solos apresentam uma cor mais esbranquiçada).

Fonte: The National Begonia Society (2015)
Quando o solo é ácido, é necessário elevar o pH do mesmo incorporando alguma cal.
Assim:
- caso o solo tenha pouco magnésio convém aplicar um calcário dolomítico;
- caso contrário, pode ser usado o calcário calcítico;
- não é aconselhável colocar no terreno uma grande quantidade de uma só vez, para não se provocarem desequilíbrios no solo, quer em termos de fauna quer em termos de flora; logo, o valor recomendado na análise do solo, deve ser dividido em 2 ou 3 incorporações ao longo de 2 ou 3 anos.
Se o solo é alcalino, pode-se recorrer a uma acidificação artificial através da aplicação de enxofre, sulfato de ferro, sulfato de alumínio ou até turfa ácida
Na tabela a seguir, estão indicadas algumas culturas e o intervalo de pH mais adequado ao desenvolvimento das mesmas:
      Fonte: The Old Farmer`s Almanac 2016

Para saber qual o pH do solo, deve fazer uma análise de terra que seja representativa da parcela ou parcelas onde vai cultivar, de modo a fazer um bom planeamento de culturas para cada terreno.

Mas sempre que detectar uma praga ou doença nas suas plantas, pode recorrer a aplicação OpenPD que apoia através de um fórum, a partilha de conhecimento. Descarregue-a gratuitamente em https://goo.gl/gqWriA.

Fontes:
The Old Farmer`s Almanac 2016 (ISSN 0078-4516)
Caracterização e Constituição do Solo; Costa,J. B.; Fundação Calouste Gulbenkian
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/o-ph-solo-coloracao-das-plantas.html
http://goo.gl/d6D9KY

[1] Segundo a escala de Pratolongo, usada em Portugal
As suas plantas têm pragas e doenças? Descarregue a app gratuita OPenPD em https://goo.gl/5gGNLW e descubra passo a passo como as identificar e eliminar…
As borboletas são insectos da ordem Lepidóptera, que além de embelezarem os nossos jardins têm um importante papel enquanto agentes polinizadores.
No entanto, a intensificação da agricultura com o consequente uso de químicos de síntese (fertilizantes, pesticidas, herbicidas, …), o crescimento de zonas edificadas nem sempre compensadas com zonas verdes, a substituição quer nos jardins públicos quer privados de plantas nativas por outras menos atractivas para as borboletas, têm feito diminuir a sua população sendo cada vez mais raras de avistar.

Na lista abaixo, deixamos-lhe o nome de algumas das espécies vegetais que mais atraem estas belezas esvoaçantes para o seu jardim, pois como dizia Mário Quintana: “O segredo não é correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até si.”


E esta flora, além de dar mais cor e aroma ao seu jardim ou horta, atrai também fauna auxiliar para combater pragas e doenças.

Mas caso tenha dúvidas sobre o que atacou as suas plantas, pode sempre recorrer à aplicação OpenPD que em tempo real e de forma simples, através de um fórum de partilha de conhecimento, pode ajudá-lo(a) a encontrar a resposta. 

Descarregue gratuitamente esta app em https://goo.gl/5gGNLW.

Fontes:
http://oreinodosbichos.blogspot.pt/2009/12/borboletaselas-estao-sumindoporque.html
http://www.borboleta.org/2010/06/como-atrair-borboletas-para-o-seu.html
The Old Farmer`s Almanac 2016 (ISSN 0078-4516)
O desenvolvimento de uma aplicação como o OpenPD (que apoia a identificação de pragas e doenças das plantas, através de suporte móvel) tem alguma complexidade técnica. Um dos passos fundamentais deste desenvolvimento é a arquitetura da aplicação: a decomposição da aplicação em módulos e/ou componentes que, através da sua interação oferecem as funcionalidades desejadas. Uma boa arquitetura contribui para que a aplicação seja eficaz, aberta (tenha facilidade em comunicar com outros sistemas e aplicações) e capaz de evoluir. 
Para além destas questões especificas uma boa arquitetura possibilita também um outro beneficio: a possibilidade de criar componentes reutilizáveis e de reutilizar componentes existentes.
No caso especifico do OpenPD a arquitetura foi concebida no sentido de reaproveitar um conjunto de componentes conhecidos como Generic Enablers (GE) disponibilizados no âmbito da comunidade aberta FIWARE bem como do seu programa de aceleração FIWARE Accelerator (co-financiados pela Comissão Europeia no âmbito do 7º Programa Quadro). Através da utilização destes GE foi possível acelerar o desenvolvimento do OpenPD, utilizando componentes open source testados e mantidos por uma comunidade ativa e dinâmica. O resultado foi um custo de desenvolvimento mais baixo e um tempo de implementação menor.
O FIWARE contribui decisivamente para o desenvolvimento do OpenPD, pelo que estamos agradecidos. Sugerimos a comunidade FIWARE e os seus Generic Enablers como uma ferramenta moderna e interessante para todos os interessados no desenvolvimento de aplicações semelhantes.
Todos nós temos as nossas fobias (medos, aversões mórbidas, … o que lhe queiramos chamar), mas quando toca às coisas ligadas à natureza, há cada uma mais estranha… que nem sequer poderíamos supor!

No quadro que compilamos, estão algumas das piores fobias para quem lida com estas coisas da agricultura:

Tem algum destes medos?
Diga-nos como lida com eles, pois a sua experiência pode sempre ajudar alguém (http://blog.openpd.eu/).

Fontes:
The Old Farmer`s Almanac (2016), Robert B. Thomas
Todos os dias somos confrontados com notícias relacionadas com problemas ambientais e com a forma como isso altera o nosso equilíbrio e bem-estar.
E fala-se do efeito de estufa e da diminuição da camada de ozono, da desflorestação em massa, da contaminação dos solos e das águas, do aumento do consumo de adubos e pesticidas de síntese, das sementes transgénicas e dos organismos geneticamente modificados, da possibilidade de em poucos anos termos esgotados alguns recursos não renováveis, …
Felizmente que, ao mesmo tempo que este discurso acontece há sempre alguém a investigar e a estudar no sentido de encontrar alternativas.
E um desses casos, refere-se ao uso da homeopatia na agricultura e aqui, damos-lhe a conhecer um pouco mais…

O conceito de homeopatia surgiu por volta do ano de 1800, após estudos efectuados pelo médico Samuel Hahnemann que confirmaram o postulado de Hipócrates conhecido como a “Lei dos Semelhantes” - “Similia similibus curantur” (semelhante cura o semelhante) ou seja, aquilo que provoca a doença provocará também a sua cura. Era o início de mais uma revolução nas ciências médicas!

E embora este entendido alemão não tivesse feito menção à aplicação desta ciência a organismos vegetais, o facto é que afirmava nos seus relatos que: “se as leis da natureza que proclamo são verdadeiras, então elas podem ser aplicadas a todos os seres vivos”.
Partindo deste princípio, foram iniciadas na Europa, e posteriormente Índia e Brasil, pesquisas sobre o uso de produtos homeopáticos no crescimento e desenvolvimento vegetal, bem como no controle de pragas e doenças, com resultados satisfatórios.
No entanto, para o agrohomeopata há desafios acrescidos pois ao trabalhar com um organismo vegetal, que não apresenta reação compreensível como os animais, terá que ser plenamente entendido o contexto em que se encontra cada planta, para que esta possa ter o tratamento mais adequado para os “sintomas” que manifesta.
Mas esta terapia não é consensual, nem na aplicação para uso humano nem em animais e plantas, pois há quem a considere apenas uma pseudociência reforçando que os “remédios” homeopáticos não são eficazes e têm apenas um efeito placebo.

Contudo, face ao momento em que vivemos na procura de outros caminhos mais holísticos em que se pretendem compreender os fenómenos na sua totalidade e globalidade, a homeopatia está a ganhar lugar nas práticas agrícolas.
Assim, está a ser cada vez mais considerada em termos de terapia para uso em animais e plantas, principalmente para quem não é defensor da utilização de substâncias químicas e/ou para quem se rege pelos princípios de agricultura biológica, dado que neste contexto, são essenciais a adopção e aplicação de técnicas que promovam o equilíbrio do sistema minimizando o aparecimento de pragas e doenças.

Já alguma vez recorreu à homeopatia? Deixe-nos a sua opinião no blog (http://blog.openpd.eu/).


Fontes: